365 - 1987/2007

Formada pelo baterista Miro de Melo, o guitarrista Ari Baltazar (ambos ex-integrantes do Lixomania), o baixista Mingau (ex-Ratos de Porão) e o vocalista Finho começaram a tocar em 1985. com um estilo voltado para o pós-punk, sua música foi intitulada por alguns críticos como rock de combate.

Em 1986 é lançado o disco-mix contendo as músicas “São Paulo” e “Canção para Marchar”, a canção “São Paulo” torna-se um grande sucesso e posteriormente um clássico do rock nacional. Com a repercussão positiva, em 1987 lançam seu primeiro álbum homônimo, contendo entre outras músicas, uma versão de “Grândola, Vila Morena”, música do cantor e compositor português Zeca Afonso. Essa música foi utilizada como senha de sinalização durante a Revolução dos Cravos, em Portugal.

No ano de 1989, com o baixista Callegari (ex-Inocentes) substituindo Mingau, lançam seu segundo álbum, Cenas de um Novo País, com destaque para as músicas “Cegos Movimentos”, “Anos 70″ e a agregação de novos elementos ao som do grupo.

Desde a formação do grupo, fizeram inúmeros shows em todo o Estado de São Paulo e outras importantes cidades brasileiras além de antológicas apresentações em programas de TV, como o Cassino do Chacrinha, Raul Gil, Bolinha, Boca Livre, Viva a Noite, Vitrine, A Fábrica do Som, Turma da Cultura, Metrópoles, Perdidos na Noite e outros.

Voltaram a gravar em 1995, participando da coletânea inglesa Oi! It’s a World Invasion, vol. 2, com as músicas “Pamela” e uma versão de “Violência e Sobrevivência” do Lixomania. Após esta gravação, o baterista Miro de Melo lançou com a banda Fogo Cruzado um álbum homônimo, o Vocalista Finho e o guitarrista Ari Baltazar formaram a banda M.M.D.C., participando da coletânea Urbanoise e lançando o álbum Non Ducor Duco.

Em 1998 sai a coletânea 365 - 1987/1997, organizada por Miro de Melo contendo sucessos do grupo com materiais de fitas e gravações ao vivo.

Em 2005 lançam o álbum Do Outro Lado do Rio.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre

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Michale Graves - Demos and Live Cuts Vol. IV [2008]

De 1988 até o começo dos anos 90, Michale cantou pela banda Bambi Slam, e de 1993 até 1994, pela Valmont. Antes de se juntar aos Misfits em 1995, Michale estava com os Mulch. Foi então que um amigo seu o informou que a mítica banda de horror punk The Misfits estava a realizar audições para um novo vocalista. A sua performance impressionou bastante Jerry Only que desde logo o escolheu como a nova voz para a banda. Contribuiu não só com a voz mas também com a escrita e composição de muitas canções tais como Saturday Night, Fiend Without A Face, Witch Hunt e muitas outras. Durante o verão de 1998, Michale deixou a banda por alguns meses devido a problemas pessoais, e foi substituído por Myke Hideous interinamente até voltar em boa forma para a banda. Ele deixou a banda em 2000 e retornou momentaneamente em 2001 para a turnê M25 como vocalista convidado. Ele cantou mais tarde pela Graves, Gotham Road, e pelo seu projeto solo.

Tendo deixado o Misfits juntamente com o seu amigo e baterista Dr. Chud formaram a banda Graves tendo gravado apenas um álbum Wheb of Dharma. Já sem Chud renomeou a banda com o nome de Gotham Road e iniciou turnês pelos Estados Unidos e após a edição de um LP Seasons of The Witch acabou a banda. Desde então Michale Graves dedicou-se a sua carreira solo tendo editado dois álbums Punk Rock Is Dead e Return To Earth e mais um álbum Illusions em colaboração com Damien Echols.

Por Wikipédia, a eniclopédia livre

1 Spiderman Save Me
2 Ground Zero NYC
3 Tell Me
4 Ophelia
5 Wasting
6 Numb
7 Sucking Son
8 Iridescent White Light
9 Saturday Night
10 Morte D’Amore
11 Fiend Club
Link por Radio Satan

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Password: radiosatan.blogspot.com

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The Cure - Staring At The Sea - The Singles

Este álbum foi o que mais vendeu em toda a carreira da banda; sendo uma compilação pop da banda, o que por vezes leva as pessoas a interpretar a banda como uma banda comercial, o que não é de todo verdade. Músicas como a “A Forest”, “The Hanging Garden” ou “Charlotte Sometimes” dão pistas da essência da banda que estão em contraste com o pop dominante nesta compilação tais como, “The Lovecats”, “In Between Days” ou “Close To Me”.

Por Wikipédia, a enciclopédia livre

* Killing an arab
* 10:15 Saturday night
* Boys don’t cry
* Jumping someone else’s train
* A forest
* Play for today
* Primary
* Other voices
* Charlotte sometimes
* The hanging garden
* Let’s go to bed
* The walk
* The lovecats
* The caterpillar
* Inbetween days
* Close to me
* A night like this

Link por Magrelus

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The Jesus And Mary Chain - Automatic

Falar que Psychocandy (85) é um clássico é quase como chover úmido. Uso excessivo de ditorção e feedback, devido ao uso excessivo de LCD e anfetamina, combinaram com lindas melodias e um clima sinistro, “Just Like Honey” pode ser que seja a música conhecida do disco.
O álbum que seguiu foi chamado de Darklands (87) e algumas coisas mudara. O baterista Bobby Gillespie resolveu largar a barca a se concentrar 100% na sua nova banda Primal Scream (e que banda hein) e o irmãos Reid desaceleraram tudo e o mais incrível, fizeram um disco limpo! Sem barulho! Com baladinha! E o pior de tudo: ficou muito bom!

Toda essa histórinha foi para poupar o serviço de ir até a Wikipedia e dar uma lida mais detalhada até o momento do lançamento de Automatic, terceiro disco do grupo, lançado em 89. Se a formação já tinha ficada capada no disco anterior, aqui eles foram mais longe: apenas a guitarra de William Reid era um instrumento de verdade, baixo e bateria foram gravados com sintetizadores - no maior estilo anos 80 - o que foi um choque maior ainda para o público e crítica.

O que eu posso fazer? é meu disco preferido. A trinca fantástica de abertura, “Here Comes Alice” e seu ritmo sonolento, “Coast To Coast” põe ânimo e doses de distorções massivas, e logo após, “Blues From A Gun”, música original de Dylan e como não é novidade, todo cover do homem fica melhor que a original. Uma das músicas mais conhecidas da banda também figura na tracklist, “Head On” foi um dos melhores trabalhos do grupo, que ficou conhecida quando os Pixies resolveram fazer cover, e em terras tupiniquins, foi o Legião Urbana quem gravou, naquele famoso acústico MTV.

Por Fukt MP3 Storage

1. “Here Comes Alice” – 3:52
2. “Coast to Coast” – 4:13
3. “Blues from a Gun” – 4:44
4. “Between Planets” – 3:27
5. “UV Ray” – 4:04
6. “Her Way of Praying” – 3:46
7. “Head On” – 4:11
8. “Take It” – 4:34
9. “Half Way to Crazy” – 3:41
10. “Gimme Hell” – 3:18
11. “Drop” – 1:55
12. “Sunray” – 1:35

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Legião Urbana - Dois

O sucesso do álbum anterior fez com que Renato Russo cogitasse fazer o segundo álbum como duplo, intitulado Mitologia e Intuição. A gravadora, porém, não se entusiasmou com a idéia, e o álbum acabou sendo simples. Mesmo assim, acabou responsável pela maior quantidade de vendas da história da Legião Urbana, alavancado pelo sucesso de “Eduardo e Mônica”, uma faixa que era considerada difícil[1], por não ter um refrão. O álbum vendeu mais de 2 milhões de cópias. [carece de fontes?]

Pouco mais tarde, a Legião apresentou a música Faroeste Caboclo. Embora não seja a música mais longa da Legião, atrás de “Metal Contra as Nuvens”, é a que contém a maior letra, com 159 versos que não se repetem. Fazem parte do álbum também os sucessos “”Índios”", “Tempo Perdido” e “Quase Sem Querer”. A faixa “Fábrica” foi durante muitos anos usada para abrir os shows da Legião, o que está registrado no álbum póstumo As Quatro Estações Ao Vivo.

Por Wikipédia, a enciclopédia livre

1. “Daniel na Cova dos Leões” (Renato Russo/Renato Rocha) – 4:04
2. “Quase Sem Querer” (Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Renato Rocha) – 4:42
3. “Acrilic on Canvas” (Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Renato Rocha/Marcelo Bonfá) – 4:43
4. “Eduardo e Mônica” (Renato Russo) – 4:31
5. “Central do Brasil” (Renato Russo) – 1:34
6. “Tempo Perdido” (Renato Russo) – 5:03
7. “Metrópole” (Renato Russo) – 2:42
8. “Plantas Embaixo do Aquário” (Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Renato Rocha/Marcelo Bonfá) – 2:53
10. “Música Urbana 2″ (Renato Russo) – 2:40
11. “Andrea Doria” (Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá) – 4:53
12. “Fábrica” (Renato Russo) – 4:55
“13. “Índios”" (Renato Russo) – 4:17

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Plebe Rude - O Concreto Já Rachou

Banda formada nos anos 80 por Philippe Seabra, Gutje, André X e Jander Bilaphra. Em Brasília, fizeram parte da turma da Colina, integrada por outras bandas como Paralamas do Sucesso e Aborto Elétrico (que posteriormente deu origem Capital Inicial e Legião Urbana). O estilo da banda, repleto de críticas sociais e políticas, reflete toda a cultura punk da época, porém com uma preocupação maior nas composições e elaboração dos arranjos e melodias. Por estes fatores, é considerado uma mistura do punk rock, com a influência post punk inglesa e sua invasão oitentista do new wave.

O Concreto Já Rachou foi o primeiro álbum gravado pela banda brasileira de punk rock Plebe Rude.

Por Wikipédia, a enciclopédia livre

1. Até Quando Esperar
2. Proteção
3. Johnny Vai á Guerra
4. Minha Renda
5. Sexo e Karatê
6. Seu Jogo
7. Brasília

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