O Sick Terror se formou em 2000 com: Marcelo (Guitarra), Nenê Altro (Vocal), Fabio do Valle (Baixo) e Pingo (Bateria). Com essa formação eles gravaram um EP chamado “Peste Católica” que também foi lançado na Alemanha, no Canadá e nos Estados Unidos.
Em 2002, Sandro Dias assume a posição de baterista e grava o EP “Aborto Legal”, que além de ser lançado no Brasil, também saiu no Canadá. Também em 2002 houve outra alteração na formação da banda: Sai Sandro Dias e entra Nino Tenório. Com ele, o Sick Terror grava outro EP entitulado “43 Segundos”, lançado nos Estados Unidos e em diversos países da Europa. Com essa formação, fizeram sua primeira turnê européia.
Em 2003, a banda sofre duas alterações: Barata é convidado a se juntar à banda no lugar de Nino como novo baterista, e Tyello no lugar de Marcelo nas Guitarras. Com os novos integrantes, o Sick Terror gravou seu primeiro CD entitulado “Eu me vendo por bem menos que você imagina”, lançado em 2004.
01. Aborto Legal
02. Coisa Idiota
03. Faça Você Mesmo
04. Massa Faminta
05. Tosco Till’ Death
06. Minha Música Politicamente Correta
07. Eu Não Acredito Em Você
08. Boicote-me Por Favor
09. Rockfeller Na Brasa
Já há mais de cinco anos em atividade, o Skarrapatos-Ko lançou o CD “Os Problemas Nunca Terminam, Só Mudam de Tamanho”. O octeto paulistano (se contar Skaveira, o mascote/elemento surpresa) originário de Guarulhos (SP), contou com a força de quatro selos para que o trampo saísse, são eles: Balboa Discos, Onelife Recordings, Buda Produções e Da Laranja Ao Caos.
Como de costume, o trocadilho no nome da banda logo entrega que o ska está entre seus principais elementos, que se junta ao punk rock e ao hardcore. São assim “1 Ano e 6 Meses”, “Pro Puteiro Eu Vou”, “E Eu Na Mão” e “Marivaldo, Capim Forte” (esta entrou como bônus track e foi gravada ao vivo no Hangar 110). Pelos títulos já dá pra sacar que a temática vai na linha 4fun, talvez até role aí uma influência de Raimundos.
O reggae chega em “Pra Fazer Amor”, o ritmo de Jah também se faz presente em “Por Aí”, já “Onde Foi Que Errei” a velocidade dá o tom, mas vale dizer que ela também é suingada. Mas também incluem o cotidiano em suas letras, a investida rende as boas “Auto-Estima” e “Que Dia…”.
Há ainda a etílica “Não Paro de Beber” onde despejam suas razões para jamais se manterem sóbrios. Entre as 12 faixas, os destaques ficam para “O Futuro Trago Comigo”, que abre o disco, e a versão de “Bad Town”, do clássico Operation Ivy, que nas mãos do Skarrapatos-Ko virou “Não Morro Por Você, Não”. A arte também enche os olhos, ela é assinada por Flávio Ba (Antitudo), que sempre manda bem. Em determinado momento da abertura o Skarrapatos-Ko diz que o “futuro distante, agora ao meu alcance”, quem sabe com esse disco eles alcancem muitas coisas positivas.
Texto por Ricardo Tibiu (adaptado)
01. O futuro trago comigo
02. 1 ano e 6 meses
03. Pra fazer amor
04. Pro puteiro eu vou
05. Não paro de beber
06. Não morro por você, não
07. E eu na mão
08. Por ai
09. Aonde foi que eu errei
10. Auto - estima
11. Que dia
12. Marivaldo, capim forte
Walls of Jericho é uma banda de metalcore dos Estados Unidos formada em 1998 em Detroit, Michigan. O som mistura um rítmo hardcore com o vocal nervoso de Candace Kucsulain além de pegadas de thrash metal. A gravadora atual da banda é a Trustkill Records, uma gravadora renomada que atua principalmente nos segmentos metalcore e hardcore. Em 2001 a banda resolveu dar um tempo após tentativas frustradas de substituir o agora ex-baterista que perderam para uma banda de maior renome.
All Hail the Dead é o segundo álbum de estúdio da banda, lançado a 24 de Fevereiro de 2004.
1. “All Hail the Dead” – 3:16
2. “There’s No I in Fuck You” – 2:40
3. “A Little Piece of Me” – 2:30
4. “Another Anthem for the Hopeless” – 2:15
5. “Revival Never Goes Out of Style” – 2:12
6. “A Day and a Thousand Years” – 1:42
7. “Through the Eyes of a Dreamer” – 2:39
8. ” – 1:43 AM” – 4:35
9. “Jaded” – 2:18
10. “Thanks For the Memories” – 2:52
11. “More Life in the Monitors” – 1:15
12. “Fixing Broken Hearts” – 2:59
13. “To be Continued…” – 3:48
In 1995 Shelter released their critically acclaimed[citation needed] album Mantra. With this album the band moved away from the more punk pop style and created a melodic hardcore style. The song “Here We Go” even became a hardcore anthem. Lyrically the album focused mainly on Hare Krishna philosophy and the problems the Western Civilization creates.
1. “Message of the Bhagavat” - 3:00
2. “Civilized Man” - 2:37
3. “Here We Go” - 2:38
4. “Appreciation” - 2:08
5. “Empathy” - 3:33
6. “Not the Flesh” - 2:45
7. “Chance” - 1:15
8. “Mantra” - 3:09
9. “Surrender to Your T.V. ” - 2:32
10. “Letter to a Friend” - 3:19
11. “Metamorphosis” - 3:33
Dorsal Atlântica é uma banda carioca de Heavy Metal fundada em 1981. Em 1986 Dorsal Atlântica lança o Antes do fim seu primeiro álbum exclusivo com mais influencias de hardcore, a filosofia da banda era unificar metal, punk e hardcore, sonora e ideologicamente, e foi possivelmente a primeira banda a fazer isso abertamente na América Latina. Com som do metal, as letras punks, e as linhas de vocais hardcore, o Antes do Fim foi um pioneiro no Metal Extremo Brasileiro, um disco de death metal fortemente influenciado por bandas como Sodom, Hellhammer e Slayer. Músicas como Caçador da Noite, Vorkuta, Joseph Mengele, Álcool e Morte aos Falsos são consideradas clássicos do Metal Brasileiro.
O álbum foi rotulado por alguns como Gospel, em virtude da faixa que abre o cd, “Olhos abertos”. Mas nas faixas seguintes todo mundo poderia ver hardcore de todo tipo, novaiorquino, californiano, etc. No cd também havia reggaes pesados (”Continuar de pé”), baladinha (”Quem tem coragem não finge”), hip hop com rock (”3 reis”, dividida em 3 vocais, Rodolfo, o rapper Xis, e Marcelo Falcão do Rappa). Rodox estava nascendo, com sons que arrasam quarteirões e letras que dão conselhos e fazem ficar de olhos abertos, todas compostas por Rodolfo Abrantes.
1. Olhos Abertos
2. Não Lembro Mais
3. De Uma Só Vez
4. Ao Lado do Sol
5. Continuar de Pé
6. Cego de Jericó
7. Dia Quente
8. Estreito
9. Três Reis
10. Quem Tem Coragem Não Finge
11. Horário Nobre
12. Quem Dá Mais
Cadela Maldita é um nome de peso do hardcore/metal nacional, mais precisamente de Curitiba. Surgiram em meados de 1995.
Começaram a jornada com uma demo, através da qual arranjaram alguns shows pelo estado do Paraná, agradando a punks e bangers, pois o som deles é uma mistura disso: Hardcore e thrash metal. Pode soar meio redundante chamar de crossover, thrashcore, ou o que for, mas, independente do rótulo atribuído à sonoridade deles, tudo é altamente empolgante e transita por esses grandes estilos! Mas retomando sobre o começo, as coisas nunca foram fáceis! Logo começaram a surgir problemas, tais como saída de integrantes e, posteriormente, a mudança do guitarrista Raul para a capital de Santa Catarina, a bela Florianópolis, entre outros que agora são irrelevantes, visto que a banda está na ativa e até fazendo show de comemoração dessa década e quatro anos de existência!
Muito tempo depois desses fatos cabreiros, mais exatamente em 2005, começaram as sessões de gravação e, em 2006, finalmente saiu o primeiro CD do grupo (se bem que acho mais bonito dizer “a primeira pedrada na nuca”)!
Fight To Survive é um álbum formado por músicas de qualidade, letras conscientes e vários outros adjetivos benignos. O único porém é a gravação, a qual soa totalmente crua e, em vários momentos, nada profissional. Não chega a ser um desastre, mas é notório o fato de que a musicalidade do grupo ganharia um upgrade com uma gravação/produção diferente dessa. Felizmente, as partes boas são mais evidentes que esse problema da gravação, e temos momentos realmente fortes de empolgação e feeling, tais como em “Cold Blooded Murder” (pura violência sonora, com direito até a uns vocais grindcore), “Kill The Government” (os coros dão um plus! Ao-vivo deve soar inspirador àqueles que apreciam um bom circle pit!), “AAA (Against Authority Abuse)” (versos simples, porém memoráveis na guitarra) e em vários trechos das demais músicas que compõem os 25 minutos de pura agressão.
Fiquei de cara ao entrar na comunidade da banda no orkut e ver apenas 133 indivíduos! Porra! Uma banda com 14 anos de estrada e fazendo um som assim MERECE mais reconhecimento. E aproveite que eles disponibilizaram o download e baixe! Sem mais, tire suas conclusões.
01.Religions Brain Washing Machine
02.Democracy Feign
03.Fight to Survive
04.Spank Show
05.AAA (Against Authority Abuse)
06.Mediocrity Cycle
07.Freestyle Religion
08.Kill the Government
09.TV Control
10.Cold Blooded Murder
Já que a gente tem que ler piadinhas (clichês) ridículas em alguns blogs sobre nuestros vecinos, vamos aqui falar de algo que realmente importa … MÚSICA .. e uma vez mais, ja que faz um tempo postei Fun People, falaremos da rica cena de HC argentino, dessa vez nos toca uma bandassa sXe (Straight Edge) de HC Thrash, Nueva Etica apavora, vocais rasgados e sujos e uma pegada hc violenta e com influência thrash metal … para mim um mistura sempre perfeita !!
1. El Oponente
2. La Amenaza
3. Renunciar y Confrontar
4. La Marca del Honor
5. La Venganza de los Justos
6. Una Vida Mejor
7. Hasta La muerte
8. Momento de la Verdad
9. Fiel
10. Miserable Existencia
11. Nueva Etica
Esse é o 9º disco do Ratos lançado em 1997, e particularmente é um dos melhores disco da banda, Gordo impecável, em críticas pessoais, sociais e políticas. A sonoridade do disco viaja entre o harcore e o grindcore como nas faixas (aliás para mim a música mais foda do RdP ->) “Crocodila” e “Arranca toco”.
Não foi o disco que me fez gostar de RdP, mais foi o que mais escutei até hoje !!
1. Vá se virar - 02:24
2. Atitude zero - 02:01
3. Banha - 03:12
4. Crocodila - 01:54
5. Pedra - 02:51
6. Estilo de vida miserável - 02:13
7. Difícil de entender - 02:50
8. Outra vez - 01:57
9. Bico do corvo - 01:19
10. Ideologic police - 03:15
11. Autoguerrilha - 02:35
12. Arranca toco - :51
13. Colisão - 09:06
Suicidal Tendencies é uma banda americana de hardcore punk formada em 1982 em Venice, Califórnia.
O vocalista e letrista Mike Muir (também conhecido como “Cyco Miko”) é o único membro constante. Citados muitas vezes como o criador do gênero skate punk, Desde o início a banda inclue influências de heavy metal e thrash metal. Mais tarde o funk e até mesmo hip hop.
Apesar do Suicidal Tendencies nunca ter feito muito sucesso comercial eles são muito respeitados por terem sido uma das primeiras bandas a misturar hardcore com heavy metal resultando no chamado crossover thrash (junto com Anthrax, Corrosion of Conformity, D.R.I., Excel, Nuclear Assault, S.O.D. e muitas outras).