Para quem curte um Death Metal pesado bem tocado e com vocais rasgados que oscilam para guturais, Job for a Cowboy é um prato cheio. Este excelente Ruination é o segundo registro do grupo e já chama atenção pela capa, que é muito bem feita.
Logo de cara - para começar a pancadaria, temos “Unfurling A Darkened Gospel”, que com uma intro hardcore, logo vai se transformando em Death metal . Essa música resume bem a sonoridade da Job for a Cowboy.
A podridão (no bom sentido) não pára; “Constitutional Masturbation” apresenta riffs fortes de guitarra e se transforma em uma das mais empolgantes músicas do play. Em “Regurgitated Disinformation”, “March To global Enslavent”, “Butchering the Enlightened” e “Lord of chaos”, destaque novamente para as guitarras, baixo e para a potente bateria.
Destaco também a última música que leva o nome do álbum. Com uma introdução de bateria que lembra até um pouco algo de progressivo, a banda fecha com chave de ouro o material e ainda mostra que não possuem medo de inovar sem perder a fórmula original de tocar.
01. Unfurling a Darkened Gospel
02. Summon the Hounds
03. Constitutional Masturbation
04. Regurgitated Disinformation
05. March to Global Enslavement
06. Butchering the Enlightened
07. Lords of Chaos
08. Psychological Immorality
09. To Detonate and Exterminate
10. Ruination
Um caso muito curioso. Isso é United Nations!
Sabe-se que a banda fora criada por Geoff Rickly, vocalista e compositor lírico do Thursday (não sou chegado nessa banda e, portanto, não sou grande conhecedor da mesma, bem como de seus respectivos membros). Aí vem o que intriga: Ninguém sabe ao certo quem são os caras que compõem o restante do grupo. Há rumores de que sejam Ben Koller (baterista do Converge), Daryl Palumbo (Glassjaw) e o outro membro poderia ser de bandas como Isis e The Number Twelve Looks Like You. Por mais que lendo assim pareça besta e infundado, na audição do disco é diferente. Só para complementar essa questão curiosa antes de entrar na musicalidade, a banda sempre aparece usando máscaras com a face de Ronald Reagan. Por todos os possíveis membros possuirem contratos com gravadoras, cujas escritas dizem que eles não podem participar de outras bandas ou projetos, para realizar as apresentações ao-vivo os músicos são desconhecidos e contratados. Isso também explica o anonimato e as máscaras.
Em suma, a sonoridade do grupo é bem abrangente, podendo gerar grande confusão na hora da classificação. Há traços de screamo real (o instrumental e alguns vocais lembram muito nomes como La Quiete e Orchid), grindcore, post-hardcore, experimental e pop (aqueles vocais horríveis e apelativos). As músicas são variadas no decorrer do álbum, indo da mais pegada e ríspida (”The Spinning Heart Of The Yo-Yo Lobby”) em direção a algo mais maduro e trabalhado (”Say Goodbye To General Figment Of The Uss Imagintation” tem cinco minutos que transitam por todos os estilos do álbum, incrementando ainda um lindo solo de saxofone ao seu final), mas não sem aquela dose apelativa de pop (prefiro nem citar o exemplo). Numa análise geral, contudo, é um álbum muito bom e que chuta bundas com prazer!
Outro caso ‘curioso’ é que os fãs de Thursday e Glassjaw nem demonstraram interesse pelo projeto, em sua grande maioria. Em contrapartida, fãs de bandas grind mais modernas, como o grandioso Trap Them, mostraram enorme apreciação pelo material, vide páginas das bandas no Last FM.
Como muitos já devem estar imaginando, a banda teve problemas, sim, com a Organização das Nações Unidas, devido não só ao fato de utilizar o mesmo nome, mas até por utilizar o mesmo logotipo. A Organização mandou deletar o facebook da banda no ato, sendo que posteriormente deletaram o myspace e tentaram impedir o selo de lançar mais cópias do disco. Além disso, fãs extremos de Beatles repudiaram a capa (ahuehuahuehua!).
Como pretendo postar mais material deles, acabo o post por aqui. No mais, baixe e escute uma das super bandas mais bizarras de todos os tempos.
01 - The Spinning Heart Of The Yo-Yo Lobby
02 - No Sympathy For A Sinking Ship
03 - Resolution 9
04 - The Shape Of Punk That Never Came
05 - Model Un
06 - My Cold War
07 - Filmed In Front Of A Live Studio Audience
08 - Revolutions In Graphic Design
09 - I Keep Living The Same Day
10 - Subliminal Testing
11 - Say Goodbye To General Figment Of The Uss Imagintation
Este álbum foi o que mais vendeu em toda a carreira da banda; sendo uma compilação pop da banda, o que por vezes leva as pessoas a interpretar a banda como uma banda comercial, o que não é de todo verdade. Músicas como a “A Forest”, “The Hanging Garden” ou “Charlotte Sometimes” dão pistas da essência da banda que estão em contraste com o pop dominante nesta compilação tais como, “The Lovecats”, “In Between Days” ou “Close To Me”.
* Killing an arab
* 10:15 Saturday night
* Boys don’t cry
* Jumping someone else’s train
* A forest
* Play for today
* Primary
* Other voices
* Charlotte sometimes
* The hanging garden
* Let’s go to bed
* The walk
* The lovecats
* The caterpillar
* Inbetween days
* Close to me
* A night like this
Bom, pessoal… Muito feliz aqui por ter achado no fórum onde o Yoñlu participava ativamente, suas músicas criadas e não postadas nos seus dois álbuns oficiais. Algumas são repetidas, outras com algumas alterações. Um lado-b, na verdade… Vale ouvir, claro.
On the Mouth is Superchunk’s third studio album. It was recorded September 14-20, 1992, at West Beach Studios, engineered by Donnell Cameron, and produced by John Reis and Superchunk. It was released by Matador Records in 1993.
This album marked the debut of drummer Jon Wurster, who replaced Chuck “Chunk” Garrison.
The band also has a song called “On The Mouth,” but it is not on this album. It first appeared as b-side for the single version of “Mower.”
1. “Precision Auto” - 2:46
2. “From the Curve” - 3:18
3. “For Tension” - 2:59
4. “Mower” - 3:45
5. “Package Thief” - 2:28
6. “Swallow That” - 6:14
7. “I Guess I Remembered It Wrong” - 3:33
8. “New Low” - 3:20
9. “Untied” - 4:12
10. “The Question is How Fast” - 4:06
11. “Trash Heap” - 3:25
12. “Flawless” - 2:33
13. “The Only Piece That You Get” - 2:41
MTV Unplugged (Acústico MTV em português) é o sexto álbum da cantora colombiana Shakira. Gravado em agosto de 1999 na cidade de New York, o álbum serviu de plataforma para o lançamento de Shakira no mercado norte-americano e lhe rendeu seu primeiro Grammy (melhor álbum pop latino), além de dois Grammys latinos (melhor performance vocal pop e melhor performance vocal rock).
Los elementos oníricos y alucinatorios que conforman al caos creativo de Bicicletas son tan fuertes que el título de su disco debut bien podría haber sido el del falso umplugged de Soda: “Confort y música para volar”. Aunque pensándolo bien, el confort estaría de más ya que muchas de las composiciones del grupo parecen escritas desde el trauma y el panic atack por un músico acurrucado debajo de su cama. Canciones con melodías simples pero con instrumentaciones actuales y sonido moderno que refrescan el sonido del rock de acá. Canciones precipitadas que hablan de volar sin necesidad de aterrizar, amigos de colores, cien camellos volando en la habitación, un avión bajo el agua, seis avenidas inundadas y un mar de lágrimas lloradas. Once canciones abatidas, soñadoras, ansiosas, punks, espaciales, psicodélicas, febriles. Todo en cincuenta minutos gloriosos que sólo dejan espacio a ilusionarse con el porvenir del proyecto. Bicicletas le da aire a un rock asfixiado, agua a una escena chamuscada, vuelo a una pose chata y alivio a los oídos necesitados de buen gusto. El grupo está al frente de una generación de músicos porteños que va a definir el futuro inmediato de la música argentina y su principal arma parecería ser el potencial de hacer volar a quienes se expongan a sus obras. Amarrensé y disfruten.
01. 12 Peces
02. Ojos
03. Adiós Mundo Cruel
04. Camellos
05. Feliz No Cumpleaños
06. Casa
07. Ventilador
08. En el Aire
09. Corre
10. Agua
11. Granada y al Paraíso