Stereophonics é uma banda criada em 1992, composta originalmente por Kelly Jones (vocal, guitarra, piano); Richard Jones (baixo); Stuart Cable (bateria). Originada em Cwmaman, País de Gales, a banda faz parte do cenario britpop. Eles começam a carreira em pequenos clubes, como uma banda cover adolescente. Em 2003, como os calendários da banda não batiam com seus compromissos paralelos, Stuart Cable sai do grupo, sendo substituído pelo argentino Javier Weyler. Antes de definir Javier como novo baterista, em alguns shows o Stereophonics contaram com a presença de Steve Gorman, baterista da banda The Black Crowes
1. “Vegas Two Times”
2. “Lying in the Sun”
3. “Mr. Writer”
4. “Step on My Old Size Nines”
5. “Have a Nice Day”
6. “Nice to Be Out”
7. “Handbags and Gladrags”
8. “Watch Them Fly Sundays”
9. “Everyday I Think of Money”
10. “Maybe”
11. “Caravan Holiday”
12. “Rooftop”
Cadela Maldita é um nome de peso do hardcore/metal nacional, mais precisamente de Curitiba. Surgiram em meados de 1995.
Começaram a jornada com uma demo, através da qual arranjaram alguns shows pelo estado do Paraná, agradando a punks e bangers, pois o som deles é uma mistura disso: Hardcore e thrash metal. Pode soar meio redundante chamar de crossover, thrashcore, ou o que for, mas, independente do rótulo atribuído à sonoridade deles, tudo é altamente empolgante e transita por esses grandes estilos! Mas retomando sobre o começo, as coisas nunca foram fáceis! Logo começaram a surgir problemas, tais como saída de integrantes e, posteriormente, a mudança do guitarrista Raul para a capital de Santa Catarina, a bela Florianópolis, entre outros que agora são irrelevantes, visto que a banda está na ativa e até fazendo show de comemoração dessa década e quatro anos de existência!
Muito tempo depois desses fatos cabreiros, mais exatamente em 2005, começaram as sessões de gravação e, em 2006, finalmente saiu o primeiro CD do grupo (se bem que acho mais bonito dizer “a primeira pedrada na nuca”)!
Fight To Survive é um álbum formado por músicas de qualidade, letras conscientes e vários outros adjetivos benignos. O único porém é a gravação, a qual soa totalmente crua e, em vários momentos, nada profissional. Não chega a ser um desastre, mas é notório o fato de que a musicalidade do grupo ganharia um upgrade com uma gravação/produção diferente dessa. Felizmente, as partes boas são mais evidentes que esse problema da gravação, e temos momentos realmente fortes de empolgação e feeling, tais como em “Cold Blooded Murder” (pura violência sonora, com direito até a uns vocais grindcore), “Kill The Government” (os coros dão um plus! Ao-vivo deve soar inspirador àqueles que apreciam um bom circle pit!), “AAA (Against Authority Abuse)” (versos simples, porém memoráveis na guitarra) e em vários trechos das demais músicas que compõem os 25 minutos de pura agressão.
Fiquei de cara ao entrar na comunidade da banda no orkut e ver apenas 133 indivíduos! Porra! Uma banda com 14 anos de estrada e fazendo um som assim MERECE mais reconhecimento. E aproveite que eles disponibilizaram o download e baixe! Sem mais, tire suas conclusões.
01.Religions Brain Washing Machine
02.Democracy Feign
03.Fight to Survive
04.Spank Show
05.AAA (Against Authority Abuse)
06.Mediocrity Cycle
07.Freestyle Religion
08.Kill the Government
09.TV Control
10.Cold Blooded Murder
POD é álbum de estréia da banda de Rock Alternativo The Breeders, lançado pela gravadora independente 4AD em maio de 1990. Álbum produzido por Steve Albini e gravado no Palladium Studios, Edimburgo, Escócia.
Steve Albini chegou a declarar que era o álbum que ele sentiu ter dado o seu melhor, e também um melhor desempenho da banda. Tendo sido creditado também por Kurt Cobain, como sendo um dos álbuns mais influentes de sua vida. De acordo com Cobain “é um épico que vai deixar você nunca esquecer a sua ex-namorada” .
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1. “Glorious” (Deal/Halliday) – 3:23
2. “Doe” (Deal/Halliday) – 2:06
3. “Happiness Is a Warm Gun” (Lennon/McCartney) – 2:46
4. “Oh!” – 2:27
5. “Hellbound” – 2:21
6. “When I Was a Painter” – 3:24
7. “Fortunately Gone” – 1:44
8. “Iris” – 3:29
9. “Opened” – 2:28
10. “Only in 3’s” (Deal/Donnelly) – 1:56
11. “Lime House” – 1:45
12. “Metal Man” (Deal/Wiggs) – 2:46
Lembram os dois caras desconhecidos que fizeram uma participação no Unplugged MTV do Nirvana? Pois é, eles também tinham uma banda, mais especificamente esta que venho apresentar hoje. Cris e Curt Kirkwood fundaram o Meat Puppets no início da década de 80 em Phoenix, Arizona. Após um primeiro trabalho barulhento e sem uma identidade assumida, o grupo mudou radicalmente no segundo disco, quando misturaram country music e punk com uma doses de psicodelia e no fim o que saiu foi um resultado brilhante intitulado de Meat Puppets II.
Split Myself In Two abre com maestria e energia o disco, que na sequência ainda se perde por belas melodias como Lost e Plateau, para então chegar à espetacular Aurora Borealis, um instrumental simples, mas daqueles capazes de grudar na mente. Outro ponto alto fica para Lake Of Fire, onde a voz desafinada de Curt Kirkwood e a distorção de sua guitarra, de uma maneira desleixada parecem trilhar de mãos dadas os mesmos caminhos.
Os bônus tracks (algo sempre utilizado pela banda) do cd mantêm viva a aura da música do Meat Puppets mesmo ao fim das grandes doze primeiras canções. O disco continua com uma série de músicas instrumentais, inclusive outras versões para músicas como Lost e New Gods, passa pelo cover de What To Do dos Rolling Stones e finaliza com a única que poderia colocar um fim na linda obra dos Puppets, Aurora Borealis.
01. Split Myself In Two
02. Magic Toy Missing
03. Lost
04. Plateau
05. Aurora Borealis
06. We’re Here
07. Climbing
08. New Gods
09. Oh, Me
10. Lake Of Fire
11. I’m a Mindless Idiot
12. The Whistling Song
Bônus:
13. Teenager(s)
14. I’m Not Here
15. New Gods
16. Lost
17. What To Do
18. 100% Of Nothing
19. Aurora Borealis
The Casualties members aimed to return to what they viewed as the “golden era” of street punk, embodied by bands such as The Exploited and Charged GBH, which they believed had disappeared by 1985. During the early years, the lineup has never changed. The initial lineup consisted of Colin and Jorge on vocals, Yureesh on drums, Hank on guitar, and Mark on bass. Colin stepped out for several months to finish his education while Rachel, Rivits’ singer, took his place.
At this point, Colin, Jorge, Yureesh, and Mark put together a demo. Fred replaced Hank, but then Fred left to go to school, and Scott from C Squat filled in. Another guitarist, Steve, also filled in during this period. The EP 40 Oz. Casualty was recorded. By 1992, the band was touring and building up a fan base in NYC. In 1993, bassist Mark and guitarist Fred were replaced by Mike and Jake, respectively. Meggers of the Rivits came to fill in and became the regular drummer. The line-up of Jorge, Jake, Mike and Meggers continued until 1997, when Jon joined as bassist (subsequently, Jon was replaced by Rick).
The Casualties have continued to produce high-energy recordings and they have done US and international tours (e.g., Europe, Japan, and Mexico). Their latest release is Under Attack on SideOneDummy Records and they toured virtually non-stop since July 2006 in support of the new album.
A banda Veruca Salt surgiu em 1992, liderada por Louise Post e Nina Gordon, as duas principais compositoras, quando o baixista Steve Lack e o baterista Jim Shapiro completaram a formação original. O nome “Veruca Salt” foi retirado de uma personagem do filme A Fantástica Fábrica de Chocolate.
O som segue uma linha bastante similar ao dos Pixies e principalmente ao dos Breeders, misturado a melodias bastante acessíveis e de inegável apelo pop. Após alguns shows como banda de abertura da turnê do Hole, o Veruca Salt desperta a atenção de várias grandes gravadoras e acaba assinando com a Geffen, que relança “American Thighs”. No verão de 1994, o single de “Seether” se torna um grande hit nos EUA. Era o início de uma carreira bastante promissora. No entanto, a banda passou a ser alvo de críticas que os acusavam de oportunistas por usarem a cena independente da época como caminho mais fácil para o sucesso comercial.
01. Get Back
02. All Hail Me
03. Seether
04. Spiderman ‘79
05. Forsythia
06. Wolf
07. Celebrate You
08. Fly
09. Number One Blind
10. Victrola
11. Twinstar
12. 25
13. Sleeping Where I Want
Falar mal de uma banda sem conhecer é a coisa mais comum que existe, e durante muito tempo foi o que eu fiz sobre o Queens Of The Stone Age. Para mim, a banda anterior de Josh Homme, o Kyuss, foi sempre a banda que importou e o QOTSA era apenas mais uma bandinha.
Eu sempre soube que eles eram e ainda são, um dos maiores nomes do rock nos anos 2000. Via muita gente falando bem deles, e gente de respeito, até que resolvi engolir o orgulho e ouvir que que esses caras tinham pra oferecer…
Songs For The Deaf foi o terceiro disco do coletivo de Josh Homme, lançado em 2002 após o aclamado Rated R, que fez bastante barulho na mídia na época, principalmente por causa do Rock In Rio 3 e a vinda do grupo pra cá. Acredito que a formação do grupo fez com que esse álbum fosse considerado a obra definitiva da banda: Josh Homme frontman, guitarra e voz, Nick Olivieri, que formou o Mondo Generator, no baixo e voz, Dave Grohl, ex-Nirvana e Foo Fighters, na bateria e ainda Mark Lanegan, do Screaming Trees com voz e guitarras adicionais, além de outros vários convidados como Dean Ween, do Ween e Chris Goss, do stoner Masters Of Reality.
A verdade é que o QOTSA avançam um estágio, em comparação ao Kyuss. Saem do Stoner, que eles mesmo “criaram” e partem para uma mistura entre garage rock, hardcore punk, prog metal, hard rock que acaba sendo taxado de rock, ou metal, alternativo. O álbum é uma grande piada, onde existe a possibilidade de ser até conceitual - pela músicas passarem como uma rádio, com direito a DJ’s e apresentadores - surgiu a hipótese que seria uma viagem de carro pela Califórnia. Ou de camionete, como sugere o clipe de “Go With The Flow”.
Um disco cheio de músicas empolgantes, desde o chute no cu inicial de nome bem bolado “You Think I Ain’t Worth A Dollar, But I Feel Like A Milionaire”, o hit pop vencedor de Grammy “No One Knows”, a porrada “First It Giveth” e a psicodélica com bateria Black Flag “A Song For The Dead”. Mas pra quem não gosta muito, lá pelo fim do disco começa a ficar enjoativo, mas nada que atrapalhe.
Ao lado das grandes bandas do anos 2000, o QOTSA é a que melhor representa o rock chute na bunda, divertido e empolgado e esse é para mim, e para muitos outros, o grande trabalho.
1. “No One Knows” – 4:38 (Homme/Lanegan)
2. “First It Giveth” – 3:18 (Homme/Oliveri)
3. “A Song For The Dead” – 5:52 (Homme/Lanegan)
4. “The Sky Is Fallin’” – 6:15 (Homme/Oliveri)
5. “Six Shooter” – 1:19 (Homme/Oliveri)
6. “Hangin’ Tree” – 3:06 (Johannes/Homme)
7. “Go With the Flow” – 3:07 (Homme/Oliveri)
8. “Gonna Leave You” – 2:50 (Homme/Oliveri)
9. “Do It Again” – 4:04 (Homme/Oliveri)
10. “God Is In The Radio” – 6:04 (Homme/Oliveri)
11. “Another Love Song” – 3:15 (Homme/Oliveri)
12. “A Song For The Deaf” – 6:42 (Homme/Lanegan)
Contém uma versão incompleta de “Feel Good Hit Of The Summer”, em que todas as letras são substituídas por risadas ritmadas.
13. “Mosquito Song” – 5:37 (Homme/Oliveri)
14. “Everybody’s Gonna Be Happy” – 2:40 (The Kinks Cover)
É isso aê então, pra quem baixou aquele compilado STAY FREE: My Generation e gostou, terá oportunidade de escutar na íntegra o trabalho de algumas das bandas que figuraram ali. Abaixo segue os 2 primeiros volumes My Generation RELOAD. E aguarde qual novidade do My Generation, será postada aqui também !!
Monstruito - idem
1. La marea (3:56)
2. Receta (3:20)
3. Fuego caliente (5:28)
4. Dos planchas de ricota y nuez (3:47)
5. Dejame soñar (3:40)
6. Boleto (4:06)
7. Algunas noches (4:50)
8. Ahora que?! (3:27)
9. Lo peor (3:41)
10.Feliz navidad (3:47)
11.No da para más (te amo Gaston) (5:01)
1- Culo de mono
2- Estar vivo
3- Ganjaman
4- I wanna be the one
5- Mentalmente deshinibido
6- My girl
7- Papelitos
8- Poison in your brain
9- RBS
10- Sabes luego vos
11- Solo quiero continuar
12- Tonight
13- Torero
1. Back in town (2:41)
2. Life in hell (2:34)
3. Somebody to fuck (3:25)
4. Nada que hacer (2:15)
5. Goodbye motherfucker (3:18)
6. Drug me (2:41)
7. Scorpio (1:09)
8. Cut the crap (2:49)
9. Andate a cagar (2:06)
10.Dead city (2:11)
11.Armageddon time (2:21)
12.You don’t know (2:59)
13.Hijo de satan (2:05)
14.Blacksabanah (33:26)
3Pecados - Pesadillas para niños y travestis dadaístas
1. Intro(2:00)
2. 198,7 (3:17)
3. Polillas drogadas (1:48)
4. En Afganisatán (3:08)
5. Jean Arp! (2:05)
6. Dios es un travesti dadaísta (1:53)
7. Supermierdarockstar (1:25)
8. El bebé de Rosemary (Natalia Oreiro) (1:49)
9. Canción de cuna para M(ateo) (3:45)
1. Talibán del amor
2. El Demonio Paraguayo
3. Vagón de cola
4. Jetwav
5. Ghetto Spazialli
6. Trillizos de leche
7. Ganador!
8. Gordo droga
9. Space cumbia
10. Tortillera
11. Rebel The Way
1. No me meto
2. Kitty
3. La fiesta
4. Overdose
5. El impostor
6. Elisabel
7. No Love
8. El tiburón
9. la Wapa
10. Shakin Baby
11. El Ratón Matón
12. Cariñito
13. Regresa gordita
1- No me quedo quieto 2- Poderes 3- Lo que dicen los demas 4- Palabra cerebro 5- Siesta 6- Que es ver cosas 7- Accidentes 8- Me puedo acordar 9- Miedo a los animales 10- Cancion para el frio 11- Cosas en casa
1. Chica de Calendario 2. Que no quede Huella (Cover de Bronco) 3. Kumbia dark (Cover de The Cure) 4. El Veraneo 5. Mis Botas (Cover Nancy Sinatra) 6. La isla con chicas (Cover Madonna) 7. Chica de Metal ( Cover Black Sabbath) 8. La China es Cumbianchera 9. Kumbia Zombie 10. El dolor de Micaela (bonus track sacado del OST de Rudo y Cursi)