The Hawaiians - Hula on Mars

The Hawaiians é uma banda que faz um surf-punk, totalmente puxado pro bubblegum e com forte influencia do powerpop, formada em Westerkappeln, Alemanha, ja lançaram dois albuns, e tiveram participação em muitas coletaneas, incluindo muitos volumes das coletaneas Banzai e Ox Compilation. A banda ja abriu shows de nomes consagrados como Queers, The Travoltas e Groovie Ghoulies.
Uma otima pedida pra quem gosta de powertrios e bubblegum.

Por Drunksongs

01.Intro
02.Hula On Mars
03.Wild Cat Somp
04.I Wanna Have My Fun
05.(move On Faster) Little G.t.o.
06.Hawaiians Wanna Dance
07.Just For You
08.Rock’n'roll Overdose
09.My Baby’s Got Mystery Feet
10.Teeny Weeny Wop
11.Here Comes The Monkey
12.Do The Kangaroo
13.Vampire Girl
14.You Won’t Be
15.Waikiki Playbeat Club
16.Blitzkrieg Rock’n'roll
17.Travoltas Summer (i Don’t Wanna Go Home Tonight)

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Senha: www.arcannos.net

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Nueva Etica - La Venganza de los Justos

Já que a gente tem que ler piadinhas (clichês) ridículas em alguns blogs sobre nuestros vecinos, vamos aqui falar de algo que realmente importa … MÚSICA .. e uma vez mais, ja que faz um tempo postei Fun People, falaremos da rica cena de HC argentino, dessa vez nos toca uma bandassa sXe (Straight Edge) de HC Thrash, Nueva Etica apavora, vocais rasgados e sujos e uma pegada hc violenta e com influência thrash metal … para mim um mistura sempre perfeita !!

1. El Oponente
2. La Amenaza
3. Renunciar y Confrontar
4. La Marca del Honor
5. La Venganza de los Justos
6. Una Vida Mejor
7. Hasta La muerte
8. Momento de la Verdad
9. Fiel
10. Miserable Existencia
11. Nueva Etica

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The Exploited - Death Before Dishonour

Formada em Edinburgo, Escócia em 1980, teve durante todos esses anos de grupo, várias mudanças na sua formação mas, mantendo sempre a sua frente como mentor e responsável pela sobrevivência da banda, o letrista/vocalista Wattie Bucham, ou simplesmente Wattie e seu eterno moicano. Uma das bandas mais importantes do punk rock mundial, o Exploited faz um som agressivo com letras politizadas, contra a mediocridade e a corrupção política, a violência da polícia, as guerras e a religião.

No início Exploited sofreu certo preconceito por ter começado a ser chamada de banda “nazista” ou “fascista”, por influenciar a violência em seus shows, pelo uso de uma camiseta com o desenho de uma suástica em um de seus shows (basta avaliar o contexto histórico para que se veja que os punks daqueles anos ainda estavam formando a ideologia punk como é hoje, portanto, não havia idéia clara do que era ser punk. O importante era chocar. Nada mais chocante do que o nazismo. Somente depois de alguns anos é que entrou na ideologia punk a briga com Skinheads White-Power, os neo-nazistas, e toda forma de preconceito.

O disco de 1987, “Death Before Dishonour” (”Morte antes da desonra”) tem na capa o desenho de uma “Maggie” com a pele em decomposição abraçada com a morte, enquanto segura na mão esquerda uma nota de dez libras esterlinas. No fundo, túmulos com mortos ressuscitando e na lápide de todos a frase “Died for What” (”Morto para quê?”).

Por Kids of the 80’s

01. Death Before Dishonour
02. Adding to Their Fears
03. Police Informer
04. Drive Me Insane
05. Pulling Us Down
06. Sexual Favours
07. Anti UK
08. Power Struggle
09. Scaling the Derry Wall
10. Barry Prossitt
11. Don’t Really Care
12. No Forgiveness
13. Drug Squad Man
14. Privacy Invasion
15. Jesus is Dead
16. Politicians
17. War Now
18. United Chaos and Anarchy
19. Sexual Favours (Dub Version)

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The Jesus And Mary Chain - Automatic

Falar que Psychocandy (85) é um clássico é quase como chover úmido. Uso excessivo de ditorção e feedback, devido ao uso excessivo de LCD e anfetamina, combinaram com lindas melodias e um clima sinistro, “Just Like Honey” pode ser que seja a música conhecida do disco.
O álbum que seguiu foi chamado de Darklands (87) e algumas coisas mudara. O baterista Bobby Gillespie resolveu largar a barca a se concentrar 100% na sua nova banda Primal Scream (e que banda hein) e o irmãos Reid desaceleraram tudo e o mais incrível, fizeram um disco limpo! Sem barulho! Com baladinha! E o pior de tudo: ficou muito bom!

Toda essa histórinha foi para poupar o serviço de ir até a Wikipedia e dar uma lida mais detalhada até o momento do lançamento de Automatic, terceiro disco do grupo, lançado em 89. Se a formação já tinha ficada capada no disco anterior, aqui eles foram mais longe: apenas a guitarra de William Reid era um instrumento de verdade, baixo e bateria foram gravados com sintetizadores - no maior estilo anos 80 - o que foi um choque maior ainda para o público e crítica.

O que eu posso fazer? é meu disco preferido. A trinca fantástica de abertura, “Here Comes Alice” e seu ritmo sonolento, “Coast To Coast” põe ânimo e doses de distorções massivas, e logo após, “Blues From A Gun”, música original de Dylan e como não é novidade, todo cover do homem fica melhor que a original. Uma das músicas mais conhecidas da banda também figura na tracklist, “Head On” foi um dos melhores trabalhos do grupo, que ficou conhecida quando os Pixies resolveram fazer cover, e em terras tupiniquins, foi o Legião Urbana quem gravou, naquele famoso acústico MTV.

Por Fukt MP3 Storage

1. “Here Comes Alice” – 3:52
2. “Coast to Coast” – 4:13
3. “Blues from a Gun” – 4:44
4. “Between Planets” – 3:27
5. “UV Ray” – 4:04
6. “Her Way of Praying” – 3:46
7. “Head On” – 4:11
8. “Take It” – 4:34
9. “Half Way to Crazy” – 3:41
10. “Gimme Hell” – 3:18
11. “Drop” – 1:55
12. “Sunray” – 1:35

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Ratos de Porão - Carniceria Tropical


Esse é o 9º disco do Ratos lançado em 1997, e particularmente é um dos melhores disco da banda, Gordo impecável, em críticas pessoais, sociais e políticas. A sonoridade do disco viaja entre o harcore e o grindcore como nas faixas (aliás para mim a música mais foda do RdP ->) “Crocodila” e “Arranca toco”.

Não foi o disco que me fez gostar de RdP, mais foi o que mais escutei até hoje !!

1. Vá se virar - 02:24
2. Atitude zero - 02:01
3. Banha - 03:12
4. Crocodila - 01:54
5. Pedra - 02:51
6. Estilo de vida miserável - 02:13
7. Difícil de entender - 02:50
8. Outra vez - 01:57
9. Bico do corvo - 01:19
10. Ideologic police - 03:15
11. Autoguerrilha - 02:35
12. Arranca toco - :51
13. Colisão - 09:06

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Ozzy Osbourne - Blizzard Of Ozz

Blizzard of Ozz é o primeiro álbum de estúdio de Ozzy Osbourne em sua carreira solo. Foi lançado em 1980 e contava com os vocais personalíssimos de Ozzy, além de todo seu carisma, somado ao talento inovador do jovem guitarrista Randy Rhoads.

Por Wikipédia, a enciclopédia livre

1. “I Don’t Know” – 5:14
2. “Crazy Train” – 4:50
3. “Goodbye To Romance” – 5:36
4. “Dee” – 0:50
5. “Suicide Solution” – 4:16
6. “Mr. Crowley” – 4:56
7. “No Bones Movies” – 3:58
8. “Revelation (Mother Earth)” – 6:09
9. “Steal Away (The Night)” – 3:30

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Raul Seixas - Krig-Ha, Bandolo

Raulzito nasce em 1945, no dia 28 de junho. Filho de Raul Verella Seixas e Maria Eugênia Santos Seixas. Pai engenheiro e mãe dona de casa. É registrado como Raul Santos Seixas. Raul por causa do pai, e do avô paterno. Seu avô era Raulzão, o pai Raul, ele Raulzito , e dizia que se tivesse um filho homem, sem duvida, seria Raulzitinho. Quando Raul tinha três anos de idade nasce seu único irmão, Plínio Santos Seixas.

Em 1957 a família se muda para uma casa ao lado do Consulado Americano, com isso Raulzito tem muito cedo contato com o Rock and Roll, e aprende inglês também muito cedo. Pouco depois, junto de Waldir Serrão, animador de festas da época, monta o primeiro fã-clube de Elvis Presley, o Elvis Rock Club.

Em 1971, com Paulo Coelho no mês de setembro fundaram a Sociedade Alternativa, que se originou a partir de divagações místico-filosóficas da dupla, que procurava, cada um à sua maneira, um caminho que não fosse o oferecido pelo establishment. Como base desses pensamentos, ganhou força entre os dois a obra de um dos maiores estudiosos do ocultismo do século XX, Aleister Crowley.

“Crowley nasceu na Inglaterra em 1875, considerado uma das maiores autoridades esotéricas de nosso tempo era um menino prodígio, aos 4 anos de idade lia a Bíblia em voz alta. Passou a vida estudando as denominadas ciências ocultas e deixou uma vasta obra teórica, onde tenta mostrar como desenvolver e entrar em contato com a energia interior e usá-la produtivamente para modificar por completo a vida. Ele procurou desenvolver essa energia através de ritos sexuais, mas que só seriam totalmente liberadas com a chegada da Nova Era, período em que as leis sociais seriam definitivamente rompidas para que todos pudessem finalmente viver em plenitude. Para desvincular-se de preconceitos religiosos, Crowley se auto-intitulava a Grande Besta 666, e durante toda a sua vida lutou para popularizar o esoterismo revelando, por diversas vezes, segredos de seitas fechadas, afirmando que o conhecimento é livre, e assim deve permanecer.”

Em 73 , lança dois LPs , um seguido do outro, “Os 24 maiores sucessos da era do rock” produzido por Roberto Menescal e Nelson Motta, com grandes sucessos de rock and roll. Todos os arranjos eram de Jay Vaquer e a gravação era com o conjunto FEIN, mas nenhuma música de autoria de Raul. Seu nome não aparece na capa , pois este disco era um teste.

Em seguida lança seu primeiro LP Solo, Krig-Ha, Bandolo também com o conjunto FEIN . Este com músicas escritas por Raulzito e Paulo Coelho.

Durante os shows é distribuído gibis , de nome Manifesto Krig-Ha, com mensagens da Sociedade Alternativa. A policia não gosta nada disso e recolhe todos os gibis. Também recolhe Raul Seixas e o exila do Brasil, mandando-o para os Estados Unidos. Muitas histórias são contadas sobre sua estadia nos Estados Unidos, como seu encontro com Jerry Lee Lewis, com John Lennon, mas ninguém sabe ao certo se são verdadeiras , Raul dizia que sim, porém Ângela Costa declara em entrevista que essas histórias são fantasiosas.

Krig-Ha, Bandolo - O título faz referência a um grito de guerra de Tarzan, conhecido à época nas revistas em quadrinhos da EBAL. A edição original traz encarte ilustrado por Adalgisa Rios com letras das músicas, músicos participantes e dedicatória.

MANIFESTO

O texto que segue abaixo está no manifesto/gibi A Fundação Krig-Ha, , distribuído no primeiro show de Raul em SP em 1973. Escrito por Raul e Paulo Coelho, entre outras pessoas, esse manifesto lança a idéia de Sociedade Alternativa. No ano seguinte, todas as cópias desse manifesto seriam recolhidos pela Polícia Federal e queimados como “material subversivo”. Raul foi preso e torturado pelo “Dops” e é “convidado” a se retirar do país, retornando ao Brasil pouco mais tarde devido ao sucesso de seu disco “Gita”

Prefácio

Nós vos saudamos, Maria. Nós Vos Saudamos José. E nós saudamos os artistas brasileiros que tiveram o silêncio do resto do mundo quando seus trabalhos e seus corpos foram censurados, mutilados desaparecidos.

Manifesto

1 - O espaço é livre. Todos tem direito de ocupar seu espaço.
2 - O tempo é livre. Todos tem que viver em seu tempo, e fazer jus as promessas, esperanças e armadilhas.
3 - A colheita é livre. Todos tem direito de colher e se alimentar do trigo da criação.
4 - A semente é livre. Todos tem o direito de semear suas idéias sem qualquer coerção da INTELEGENZIA ou da BURRICIA.
5 - Não existe mais a classe dos artistas. Todos nós somos capazes de plantar e de colher. Todos nós vamos mostrar ao mundo e ao Mundo a nossa capacidade de criação.
6 - “Todos nós” somos escritores, donas-de-casa, patrões e empregados, clandestinos e careta, sábios e loucos.
7 - E o grande milagre não será mais ser capaz de andar nas nuvens ou caminhar sobre as águas. O grande milagre será o fato de que todo dia, de manhã até a noite, seremos capazes de caminhar sobre a Terra.

Saudação final do 11o manifesto.

Sucesso a quem ler e guardar este manifesto. Porque nós somos capazes. Todos nós, todos nós somos capazes.

Escrito por: Raul Seixas, Paulo Coelho, Sylvio Passos, Christina Oiticica, Toninho Buda, Ed Cavalcanti

Já no início dos anos 70, Raul já estava envolvido com questões metafísicas, religiosas, existenciais e políticas, raramente compreendidas pelo público comum.

E Krig-Ha, bandolo! pôes a nu todas essas questões, embaladas por rítmos e sonoridades herdadas de sua infância, onde já estava em evidência a mistura de Luiz Gonzaga com Elvis Presley, Arthur “Big Boy” Crudup com Jackson do Pandeiro; Místicos e mitos históricos: Jesus Cristo, Buda, Aleister Crowley; Egito; Al Capone; Candomblé-África; Apocalípse; discos voadores.
O cotidiano brasileiro estava expresso em metáforas e questionamentos que até hoje fazem sentido. Para a feitura do álbum, Raul junta-se a um escritor igualmente inquieto, Paulo Coelho, com quem comporia músicas que elevaram Rauzito a uma posição tal, que jamais será sobrepujada por outro nome.

O disco abre com uma gravação caseira de Raul quando criança, um rock, no qual o menino já demonstra certa irreverência. Logo a seguir vem Mosca Na Sopa, um recado direto a certos tipos de conservadorismo.

Krig-Ha, Bandolo! deu a Raulzito a fama, o conhecimento nacional, além de muitos problemas pessoais e políticos.

Por Mopho Discos

1. Introdução (Raul Seixas, aos 9 anos, cantando “Good Rockin’ Tonight”) – 0:50
2. Mosca na Sopa - (Raul Seixas) – 3:58
3. Metamorfose Ambulante - (Raul Seixas) – 3:50
4. Dentadura Postiça - (Raul Seixas) – 1:30
5. As Minas do Rei Salomão - (Raul Seixas / Paulo Coelho) – 2:57
6. A Hora do Trem Passar - (Raul Seixas / Paulo Coelho) – 1:50
7. Al Capone - (Raul Seixas / Paulo Coelho) – 2:38
8. How Could I Know - (Raul Seixas) – 2:36
9. Rockixe - (Raul Seixas / Paulo Coelho) – 3:44
10. Cachorro Urubu - (Raul Seixas / Paulo Coelho) – 2:08
11. Ouro de Tolo - (Raul Seixas) – 3:29

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Grandaddy - The Sophtware Slump

“OK Computer” do Radiohead, “Good Morning Spider” do Sparklehorse e “The Soft Bulletin” do Flaming Lips, três álbuns definitivos do final da década de 90, todos com uma temática parecida, que versa sobre o embate modernidade/humanidade. Profundamente inspirado por esses clássicos modernos, o Grandaddy moldou o seu grande disco, a tecnológica peça de space-rock “The Sophtware Slump”. (…) O impacto que “The Sophtware Slump” provoca no final dos seus 45 minutos deixa claro que, embora as influências sejam claras, não se trata de música derivativa. Soa ainda melhor se você não tentar comparar com Radiohead, Sparklehorse ou Flaming Lips. Então, viaje sozinho, e encontre robôs poetas e suicidas, florestas com ar-condicionado e máquinas opressoras, no melhor álbum de uma banda que deixou saudades.

Por Indie Nation Lo-Fi

1. “He’s Simple, He’s Dumb, He’s the Pilot” – 8:52
2. “Hewlett’s Daughter” – 3:06
3. “Jed the Humanoid” – 4:18
4. “The Crystal Lake” – 5:00
5. “Chartsengrafs” – 2:51
6. “Underneath the Weeping Willow” – 2:40
7. “Broken Household Appliance National Forest” – 4:34
8. “Jed’s Other Poem (Beautiful Ground)” – 3:25
9. “E. Knievel Interlude (The Perils of Keeping It Real)” – 1:57
10. “Miner at the Dial-a-View” – 5:21
11. “So You’ll Aim Toward the Sky” – 4:43

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Black Label Society - Sonic Brew

Lançado em 1999 e tendo logo posteriormente sua capa modificada devido à semelhança com uma garrafa do whisky escocês Black Label, o Sonic Brew comprova o talento, a selvageria e a criatividade daquele que é atualmente um dos mais destacáveis expoentes das seis cordas no mundo. A riqueza do álbum reside principalmente na variedade e no peso dos riffs(alguns até impensáveis), os quais são inegavelmente o cartão de visitas de qualquer música no mínimo razoável. Mas o que se encontra nesse petardo não são músicas medianas, e sim canções bem estruturadas e encorpadas, com refrões empolgantes e os tradicionais e belíssimos harmônicos do mestre Zakk Wylde, que além de cantar e tocar guitarra, toca também um baixo deveras distorcido e pesado. Quem completa a formação é o baterista Phil Ondich, que apesar de não ser um virtuoso, cumpre com dignidade o seu papel e contribui para o engrandecimento do álbum.

Além do já comprovado talento nas seis cordas, Zakk se mostra um competente vocalista, com uma voz um tanto quanto gutural e que se encaixa perfeitamente bem no estilo thrash/tradicional da banda. Outro aspecto que merece ser ressaltado é o extremo bom gosto do ogro para compor baladas. T.A.Z e Spoke in The Wheel mostram como é possível tirar sons satisfatórios de um violão com velocidade e variação sem cair na monotonia quase que inerente a esse instrumento que é desprezado pela maioria dos headbangers, mas que pode trazer uma esfera inovadora se bem tocado, como é constatado nesse cd. Já as músicas restantes são um desfile de riffs cortantes recheados de harmônicos melodiosos. Um prato cheio para quem admira o som de uma guitarra bem tocada e distorcida.

Por Guilherme Vasconcelos, postado no Whiplash

1. “Bored To Tears” – 4:28
2. “The Rose Petalled Garden” – 4:55
3. “Hey You (Batch of Lies)” – 3:53
4. “Born To Lose” – 4:23
5. “Peddlers of Death” – 4:33
6. “Mother Mary” – 4:26
7. “Beneath the Tree” – 4:09
8. “Low Down” – 5:04
9. “T.A.Z.” – 1:56
10. “Lost My Better Half” – 4:24 (international bonus track)
11. “Black Pearl” – 3:27
12. “World of Trouble” – 5:20
13. “Spoke in the Wheel” – 4:13
14. “The Beginning… At Last” – 4:26
15. “No More Tears” – 6:57 (reissue bonus track - Ozzy Osbourne cover)

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Suicidal Tendencies - Discografia

Suicidal Tendencies é uma banda americana de hardcore punk formada em 1982 em Venice, Califórnia.

O vocalista e letrista Mike Muir (também conhecido como “Cyco Miko”) é o único membro constante. Citados muitas vezes como o criador do gênero skate punk, Desde o início a banda inclue influências de heavy metal e thrash metal. Mais tarde o funk e até mesmo hip hop.

Apesar do Suicidal Tendencies nunca ter feito muito sucesso comercial eles são muito respeitados por terem sido uma das primeiras bandas a misturar hardcore com heavy metal resultando no chamado crossover thrash (junto com Anthrax, Corrosion of Conformity, D.R.I., Excel, Nuclear Assault, S.O.D. e muitas outras).

Por Wikipédia, a enciclopédia livre


Suicidal Tendencies - 1983
Join The Army - 1987
How Will Ilaugh Tomorrow I Can’t Even Smile Today - 1988
Controlled by HatredFeel Like Shit… Deja-Vu - 1989
Lights… Camera… Revolution! - 1990
The Art of Rebelion - 1992Still Cyco After All These Years - 1993
Suicidal For Life - 1994
Six The Hard Way - 1998
Freedumb - 1999
FNG - 2000 parte1 e parte2
Free Your Soul… And Save My Mind - 2000
Friends & Family 2 - 2001 parte1 e parte2
outros :

Live Dynamo
Friends And Family I
Prime Cuts - 1997
Love Vs Loneliness (Ep)

Links por Magrelus

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