Ektomorf - Ektomorf

Segundo disco de estúdio dos húngaros, o álbum ainda é todo cantado na língua oficial daquele país, o instrumental soa bem tribal, bem alternativo, com batidas quebradas e algumas percussões, daí as comparações às grandes bandas brasileiras Sepultura e Soulfly.

Por Experiment.All

1. Nem Engedem
2. Vér
3. 393
4. Örök Vesztések
5. Magamért
6. 100 % Gyülölet
7. Fereg
8. Ervágas
9. Ez Vagyok Én
10. Menekülés
11. Eutanazia
12. Egyedül

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Vér - Ektomorf

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Cachorro Grande - Discografia

Seu primeiro disco, Cachorro Grande de 2002, foi pouco divulgado. Lançado em uma gravadora pequena, não alcançou grande público, porém a banda não desistiu, tocando em diversos festivais de bandas independentes, e conquistando cada vez mais fãs durante as viagens. As faixas mais conhecidas do primeiro CD são “Lunático”, “Sexperienced” e “Debaixo do Chapéu”.

Em 2004 é lançado o segundo álbum, As Próximas Horas Serão Muito Boas. Rejeitado anteriormente por outra gravadora sob pretexto de ser “não comercial”, o projeto só foi em frente graças ao músico Lobão, que lançou o CD em sua revista Outracoisa. A consequência foi uma maior distribuição, garantindo à banda maior visibilidade. O crescente sucesso a partir das músicas “Hey Amigo” e “Que Loucura” despertou o interesse da gravadora Deckdisc, que assinou com o Cachorro Grande.

Pista Livre, de 2005, produzido por Rafael Ramos e masterizado no lendário estúdio Abbey Road, em Londres (o mesmo utilizado pelos Beatles), foi o que mais alcançou repercussão entre o público. Com maior refinamento técnico, o CD tem como músicas de destaque “Você não sabe o que perdeu” e “Sinceramente”, que receberam bastante destaque nas emissoras de rádio do Brasil.

A banda permaneceu com sua formação original por cinco anos, até a saída do baixista Jerônimo Lima, o “Bocudo” em 2005 , logo após a gravação do Acústico MTV Bandas Gaúchas. Bocudo formou com outros músicos a banda Locomotores, e em seu lugar entrou Rodolfo Krieger, que até então era vocalista e guitarrista da banda Os Efervescentes.

Em maio de 2007, a banda lança o quarto álbum de estúdio, Todos Os Tempos, com produção de Rafael Ramos. São doze canções, e o primeiro single foi “Você me Faz Continuar”, com inspirações da banda escocesa Primal Scream, e Rolling Stones. O segundo foi “Roda-Gigante”, que segundo Beto Bruno, “Foi para fazer esse tipo de som que eu quis ser músico”. Todos Os Tempos conta com a particularidade de ter músicas compostas também pelo baterista Gabriel Azambuja, o tecladista Pedro Pelotas e o baixista Rodolfo Krieger.

Uma nota publicada no jornal gaúcho Zero Hora revelou o próximo passo do grupo: gravar em São Paulo o seu primeiro registro ao vivo, que deve ser lançado em CD e DVD ainda em 2008. O show, que ainda não teve data e local divulgados, teria um repertório baseado nos sucessos de todos os trabalhos do grupo.

Em 2009, com os 10 anos de Cachorro Grande, a banda pretende realizar um documentário sobre sua trajetória.

Por Wikipédia, a enciclopédia livre

2001 - Cachorro Grande
2004 - As Próximas Horas Serão Muito Boas
2006 - Pista Livre
2007 - Todos Os Tempos

Links por Magrelus

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Gram (Álbum)

Mas se vai … e ja se foi, o ano era 2004 e a banda de alternativo em que eu tocava tramava sua volta, quando descobrimos essa pérola do cenário alternativo nacional, com letras que falavam de sentimentos comuns nossos, e situações que viviamos que poderiam ser facilmente
comparadas com versos de algumas canções como “Você pode ir na janela”, “Faça alguma coisa” e “Quase Ilusão”, são músicas simples com tempos bem alternados, deixando o som bem original, sem comparações, mais acho que foi a primeira banda brasileira a ousar e ser bem sucedida nesse universo, logo logo, ja estariamos tocando covers de Gram, e o mais incrível aonde tocávamos todos conheciam as canções … mais que recomendado !!

1. Você pode ir na janela
2. Sonho Bom
3. Toda luz
4. Seu troféu
5. Quase ilusão
6. Moonshine
7. Reinvento
8. Vem você
9. É a vida
10. Vale a pena

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L7 - Bricks are Heavy

Então, a banda surgiu em 85, Los Angeles, berço de inúmeras bandas do caralho, e logo conseguiu contrato com a Epitaph, selo muito respeitado nos anos 90, por gravar ótimas bandas de punk-rock, de propriedad do Mr. Brett (Ex-guitarrista ou não tão ex assim do Bad Religion), mas que hoje em dia é conheçido como “Emo”taph, graças ao novo mercado musical que temos. Lançam o primeiro disco em 88, e são contratados por outra gravadora fudida dos EUA, a Sub Pop, grande nome do rock indie 90’s. Lá lançam em 90, o ótimo Smell The Magic, e em 92 o álbum tão filha da puta que é Bricks Are Heavy.
Assim com o Nirvana, o L7 é taxado de Grunge, mas que se você for prestar atenção é quase um punk rock. Logo que eu vi esse cd pela primeira vez, vi a primeira música e pensei: “Essas gurias têm atitude, botar nome de uma música Wargasm, puta que pariu!”. É, eu não tava errado, é isso mesmo rebeldia meu filho! Som sujo pra caralho (Grunge? ãh), com ritmos alucinantes, vocal rasgado, linhas de baixo quadradas e bem marcadas, e todo o poder que só uma banda feminina têm.
Esse é pra você que curti um som dos anos 90, esse cd é essêncial.

Por Fukt MP3 Storage

1. “Wargasm” (Sparks) – 2:40
2. “Scrap” (Sparks, Gurewitz) – 2:53
3. “Pretend We’re Dead” (Sparks) – 3:53
4. “Diet Pill” (Sparks) – 4:21
5. “Everglade” (Finch, Ray) – 3:18
6. “Slide” (Gardner, Sparks) – 3:37
7. “One More Thing” (Finch) – 4:07
8. “Mr. Integrity” (Sparks) – 4:06
9. “Monster” (Gardner) – 2:56
10. “Shitlist” (Sparks) – 2:55
11. “This Ain’t Pleasure” (Gardner, Caivano) – 2:52

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Pretend We’re Dead - L7

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Mukeka di Rato - Gaiola

O segundo álbum do Mukeka Di Rato foi lançado originalmente em 1998, e chega à sua nona prensagem. Agora assume formato de caixinha de acrílico, mas continua com aquele mesmo encarte repleto de fotos, e claro, com as letras das músicas.
Quem já conhece, sabe, “Gaiola” é um dos maiores clássicos do hardcore nacional, tal qual o debut-album do MDR, mas para os mais novos talvez seja esta a oportunidade de conhecer um Mukeka mais sério e politico.
São 16 faixas, e entre elas temos hits eternos, caso de “Mickey”, “Pasqualin Na Terra Do Xupa-Cabra”, “Só Capeta Cuspindo Fogo” e “Praia da Bosta”.
“Gaiola” foi e é discografia básica do rock independente nacional. Você precisa ouvir ao menos uma vez para entender a evolução do Mukeka Di Rato, e de onde dezenas de bandas da época (e algumas atuais) tiraram inspiração para criar hardcore rápido e tosco, no bom sentido, é claro.

Por Zona Punk

01. Mickey
02. Guri
03. Só capeta cuspindo fogo
04. Cobra criada
05. Nossos filhos
06. Vitória Poluída
07. Do Contra ao Favor
08. Perda
09. Nazi-tolíces
10. Heróis da Nação Falida
11. Curupira
12. Pressão Total
13. Praia da Bosta
14. Maçã
15. Pasqualin Na Terra Do Xupa-Kabra
16. Homem de Borracha

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Heróis da Nação Falida - Mukeka di Rato

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Weezer - Christmas With Weezer

Weezer decidiu gravar umas canções natalinas para um game da Iphone. Essas 6 músicas e mais 2 bônus com a mesma temática que tinha sido lançada faz uns anos.

Por Stay Free

1. Oh Holy Night (4:10)
2. Hark The Herald Angels Sing (1:36)
3. We Wish You A Merry Christmas (1:26)
4. Come All Ye Faithful (2:08)
5. The First Noel (2:22)
6. Christmas Celebration (2:22)
7. Silent Night (2:22)
8. The Christmas Song (3:08)

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Oh Holy Night - Weezer

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Hole - Live Through This

Este é o segundo álbum da banda de rock alternativo Hole de 1994. E foi votado como álbum do ano por Pazz & Pop enquete realizada pela The Village Voice, e também conseguindo o 19º lugar entre os 100 melhores desde 1985 pela revista Spin. E lançado apenas 4 dias depois da descoberta do corpo de Kurt Cobain, marido de Courtney Love (líder do Hole).

Ja escutei e li muita coisa de que Kurt Cobain escreveu e gravou muitas das músicas desse disco em sua passagem pelo Brasil, restos ou não de material de Cobain é muito bem representado pelos vocais hora estridentes, agressivos hora suaves de Courtney muita bem acompanhada por Erick Erlandson guitarra, Kristen Pfaff baixo e piano, Patty Schemel bateria, e o disco ainda conta com alguns back-vocals do própio Cobain.

01. Violet
02. Miss World
03. Plump
04. Asking For It
05. Jennifer’s Body
06. Doll Parts
07. Credit In The Straight World
08. Softer, Softest
09. She Walks On Me
10. I Think That I Would Die
11. Gutless
12. Rock Star

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I Think That I Would Die - Hole

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Várias Variáveis - Engenheiros Do Hawaii

Marcado por muitos clássicos como Piano Bar, Ando Só, Muros e Grades e a versão de Herdeiro da Pampa Pobre do Gaúcho da Fronteira, este albúm também é cheio das influências progressivas, dando seguimento com o que foi começado no outro albúm e atingiria seu auge em Gessinger, Licks & Maltz .

Nos shows da turnê, era muito comum Gessinger utilizar baixo e guitarra, e Licks guitarra de 12 no mesmo corpo.

Muitos pedais eram frequentes também. Albúm repleto de sintentizadores, oberheim, steinway na linda Descendo a Serra, rhodes, instrumentais mais longos que o normal (Sampa no Walkman, irmã gêmea de Quarto de Hotel; “a mesma esquina em outra canção”), com destaque para os solos de guitarra MAGNÍFICOS de Augusto Licks, MIDI Pedalboard’s, locuções ocultas e muito experimentalismo, vide o grito insano em Curtametragem, a vinheta Várias Váriaveis e a união das duas últimas músicas em um conceito só.

Augusto Licks realmente faz uma partipação memorável, com solos e arranjos fantásticos como Quarto de Hotel e um de seus melhores solos: Herdeiro da Pampa Pobre realizando um tapping com palhet único. O baixo de Humberto Gessinger também se destaca muito, chegando a utilizar um Fretless em O Sonho é Popular, e não só o baixo como as letras ácidas em respota a crítica, Sala VIP e Muros e Grades, uma das melhores poesias do rock nacional, e sem dúvidas a bateria de Maltz mantendo a paulada sempre, fazendo uma de suas melhores apresentações neste disco. Simples, o power trio dos Pampas: Gessinger, Licks & Maltz.

Leia mais no The Musical Box Blog

1. O Sonho é Popular (Gessinger)
2. Herdeiro da Pampa Pobre (Gaúcho da fronteira, Vainê Darde)
3. Sala Vip (Gessinger)
4. Piano Bar (Gessinger)
5. Ando Só (Gessinger)
6. Quartos de Hotel (Gessinger)
7. Várias Variáveis
8. Sampa no Walkman (Gessinger)
9. Muros e Grades (Gessinger, Licks)
10. Museu de Cera (Gessinger, Licks)
11. Curtametragem (Gessinger, Licks)
12. Descendo a Serra (Gessinger)
13. Não é Sempre (Gessinger)
14. Nunca é Sempre (Gessinger)

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Muros e Grades - Engenheiros do Hawaii

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Black Flag - Damaged

O Black Flag nasceu em 1976 com o nome Panic, em Los Angeles, Califórnia, trocando de nome em 1978. Por mais que tenha lançado o primeiro álbum anos depois, no tempo sem gravações (e de muitos shows), eles absorveram todo tipo de influência possível, principalmente dos seus compatriotas que esquentavam o país com o punk rock.

E embora o punk que eles ouviam se diferenciasse em muitos detalhes do som que eles começaram a fazer, não há como não identificar elementos dos Stooges no som da banda, com gritarias bem distribuídas e riffs marcantes.

Também é impossível não perceber a herança dos Ramones na velocidade e intensidade de suas músicas.

Mas eles não se limitaram a apenas absorver, afinal, o Black Flag é uma das bandas que mais influenciou bandas posteriores na década de 80 e nas seguintes, estendendo sua supremacia até hoje.

Do Bad Religion até o Nirvana, passando por Beastie Boys, a banda inspirou outros grandes talentos a sairem do anonimato.

Damaged foi lançado em 1981 e é um dos primeiros indícios do surgimento do hardcore, uma vertente do punk que levava à sério a efervescência do estilo musical, porém sem muitas delongas, sempre com ritmo bem acelerado, gritos ensandecidos e riffs curtos e grudentos.

Dentro do disco, há uma infinidade de sons tão bons que se você quiser considerá-lo um “best of” da banda, não fará besteira alguma.

O vocal de Henry Rollins era devasso, áspero e se alinhava muito bem ao teor das letras. Greg Ginn juntava seus acordes enlouquecidos e diferenciados com o complemento perfeito de Dez Cadena, enchendo o ambiente musical com certa carga de fúria, sempre intensificada pela linha impecável de baixo de Chuck Dukowski.

O Damaged sem dúvidas é o melhor disco de hardcore de todos os tempos, pela sujeira que a qualidade da gravação sugeria, pelas canções escolhidas para figurar no disco e pelo triunfo da juventude sobre toda e qualquer circusntância.

Nem mesmo o Black Flag conseguiu fazer algo igual novamente.

Por Rock Town Downloads

1. Rise Above
2. Spray Paint
3. Six Pack
4. What I See
5. TV Party
6. Thirsty and Miserable
7. Police Story
8. Gimmie Gimmie Gimmie
9. Depression
10. Room 13
11. Damaged II
12. No More
13. Padded Cell
14. Life of Pain
15. Damaged I

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Rise Above - Black Flag

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The Beatles - Abbey Road

Abbey Road é o 12° e penúltimo álbum dos Beatles. Foi publicado em 26 de setembro de 1969, e em 01 de outubro nos EUA, levando o mesmo nome de uma rua de Londres onde ficava o estúdio Abbey Road.

Foi produzido e orquestrado por George Martin para a Apple Records. Apesar de ter sido o penúltimo álbum lançado pela banda, foi o último a ser gravado. As músicas do último disco lançado pelos Beatles, Let It Be, foram gravadas alguns meses antes das sessões que deram origem a Abbey Road.

O álbum é considerado um dos melhores do grupo e parecia que os momentos de turbulências tinham passado e tudo havia voltado ao normal entre eles, mas na verdade o maior problema da banda começou a esquentar: Guerra de poderes.

Após a morte de Brian Epstein, Paul sugeriu que John Eastman, advogado de sucesso e pai de Linda Eastman, tomasse conta dos negócios mas os outros Beatles desconfiando e visando uma proteção maior ao legado de todos sugeriram que Allen Klein, (um cara que era promotor dos Stones e já vinha tentando roubar os Beatles de Epstein a muito tempo), era a melhor opção pelo seu jeito convicto de “homem das ruas”.

Paul não concordou por achar absurdo pagar 15% de todos os lucros para Klein. Após a separação da banda, Eastman foi advogado da carreira solo de Paul e Allen Klein foi a justiça por ter roubado uma média de 5 milhões dos Beatles. O restante dos Beatles mantiveram contrato com Klein até 1977.

George Martin produziu e orquestrou o disco junto com Geoff Emerick como engenheiro de som, Alan Parsons como assistente de som e Tony Banks como operador de fitas. Martin considera Abbey Road o melhor disco que os Beatles fizeram.

E não é por menos: ele é o mais bem acabado de todos, um dos mais cuidadosamente produzidos (comparável somente a Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band).

Sua estrutura foi bastante pensada e discutida, e as visões discordantes dos integrantes da banda só contribuíram para a riqueza da criação final.

Também foi em Abbey Road que George Harrison se firmou como um compositor de primeira linha. Após anos vivendo sob a sombra de John Lennon e Paul McCartney, ele finalmente emplacou dois grandes sucessos com este álbum: “Here Comes the Sun” e “Something”.

Ambas foram regravadas incessantemente ao longo dos anos, sendo que Something chegou a ser apontada pela revista Time como “a melhor música do disco” e como a segunda música mais interpretada no mundo, atrás somente de “Yesterday”, também dos Beatles.

Este disco foi marcado pelo uso de novos recursos tecnológicos que estavam surgindo na época.
Um deles foi o sintetizador Moog, que começava a ser utilizado em maior escala dentro do rock.

Ele possibilitava que virtualmente qualquer som fosse gerado eletronicamente. O Moog pode ser notado claramente em músicas como “Here Comes the Sun”, “Maxwell’s Silver Hammer” e “Because”.

Por seu trabalho em Abbey Road, os engenheiros de som Geoff Emerick e Phillip McDonald ganharam o Grammy.

Por Wikipédia, a enciclopédia livre

1. “Come Together” — 4:20
2. “Something” (Harrison) — 3:03
3. “Maxwell’s Silver Hammer” — 3:27
4. “Oh! Darling” — 3:26
5. “Octopus’s Garden” (Starkey) — 2:51
6. “I Want You (She’s So Heavy)” — 7:47
7. “Here Comes the Sun” (Harrison) — 3:05
8. “Because” — 2:45
9. “You Never Give Me Your Money” — 4:02
10. “Sun King” — 2:26
11. “Mean Mr. Mustard” — 1:06
12. “Polythene Pam” — 1:12
13. “She Came in Through the Bathroom Window” — 1:57
14. “Golden Slumbers” — 1:31
15. “Carry That Weight” — 1:36
16. “The End” — 2:19
17. “Her Majesty” – 0:23

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